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Parte dos medicamentos em falta deve chegar semana que vem

maior_capa_cor_medicamentosA chegada de sete medicamentos deve amenizar o problema da falta de remédios distribuídos na Farmácia-Escola, a partir da próxima semana. O órgão deve receber, amanhã, um lote de remédios comprados via pregão do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Rio Taquari (Consisa).

Entre eles, estão omeprazol, usado para tratamento das disfunções do aparelho digestivo, ácido acetilsalicílico (AAS), usado para normalizar a circulação do sangue em adultos, e carbonato de lítio, utilizado para o controle da depressão.

Depois de cerca de quatro meses em falta, a nitrofurantoína 100 mg também deve voltar às prateleiras da Farmácia-Escola e ser distribuída gratuitamente aos pacientes. Conforme a farmacêutica do Consisa, Elisabete Angela Ferronato, o antibiótico estava em falta “crônica” no mercado. Como nenhum dos fornecedores do pregão dos medicamentos oferecia o remédio, foi realizada uma dispensa emergencial para poder adquiri-lo de outro laboratório.

Elisabete explica que a falta do remédio no mercado e a ausência de matéria-prima estão entre os motivos que prejudicam a distribuição de medicamentos. Além disso, ela comenta que, em alguns casos, a contenção de gastos faz com que os municípios façam pedidos menores do que a demanda de medicamentos. As encomendas são feitas a cada dois meses. “Os municípios se organizam, mandam o empenho para o Consisa, que faz o pedido para o fornecedor. Há um prazo de dez dias para entrega dos medicamentos.”

Relembre o caso

Há cerca de duas semanas, O Informativo do Vale noticiou a falta de 21 fórmulas na Farmácia-Escola, entre remédios prontos e substâncias utilizadas para a manipulação de medicamentos. Nesta semana, 16 itens seguem em falta. De acordo com o titular da Secretaria da Saúde, Glademir Schwingel, parte deles são manipulados, cujos componentes são comprados diretamente pelo setor de compras da Prefeitura (veja saiba mais). “Há um atraso na entrega por falta de matéria-prima no mercado, mas eles devem chegar em breve”, garante.

 

Medicamentos em falta

Manipulados
– Castanha da Índia – usado para normalizar a circulação do sangue
– Cáscara sagrada 200 mg – laxante
– Creme de óxido de zinco composto – tratamento às doenças de pele
– Creme para fissuras nos mamilos – usado por gestantes que amamentam
– Espinheira santa 300 mg e 500 mg – tratamento do estômago
– Gel de peróxido de benzoila – tratamento de acne (espinhas)
– Gel de unha de gato – tratamento de inflamações nos ossos e nas articulações, como artrite
– Suspensão de hidróxido de alumínio/magnésio 250 ml

Chegada prevista para a próxima semana

– Ácido acetilsalicílico (AAS) 100 mg – usado para normalizar a circulação do sangue em adultos
– Alendronato de sódio 70 mg – usado para tratar a osteoporose
– Carbonato de lítio 300 mg – controle da depressão
– Espironolactona 25 mg – diurético
– Firosemida 40 mg – diurético
– Nitrofurantoína 100 mg – antibiótico
– Omeprazol 20 mg – tratamento das disfunções do aparelho digestivo

Sem previsão

– Brupopiona 150 mg – antibiótico utilizado no tratamento ao tabagismo

Farmácia do Estado também registra faltas

Quem depende de medicamentos do Estado também é atingido pela falta de remédios. De acordo com a chefe do setor de Assistência Farmacêutica da 16ª Coordenadoria Regional de Saúde (16ª CRS), Betina Schwingel, há medicamentos que deixaram de ser recebidos pela farmácia. Entretanto, não há informações do Estado sobre o motivo da falta, nem mesmo previsão de regularizar a situação.

Betina lembra que também foi alterada a forma de entrega dos medicamentos conquistados via judicial. Desde 1º de julho, a entrega da medicação aos pacientes está sob responsabilidade da empresa Nunesfarma. Eles devem receber os produtos em casa ou retirá-lo no Correio. “A princípio é assim que deve acontecer daqui para a frente, embora ainda não soubemos ao certo como vai funcionar.”

A chefe da Assistência Farmacêutica comenta que, com a alteração, há casos de pacientes que não receberam os remédios. “O maior problema foram aqueles que não receberam, tínhamos a medicação no estoque, mas não conseguíamos liberar a entrega. Levamos isso ao Ministério Público, que orientou que realizássemos a entrega”, esclarece.

Questionamentos sobre a nova forma entrega dos medicamentos também foram encaminhadas ao MP. Entre os problemas da entrega domiciliar Betina destaca a falta de orientação do farmacêutico, o transporte em uma temperatura oscilante e o fato de a receita médica não ficar retida.

Pacientes que não estiverem recebendo os medicamentos devem procurar a Farmácia do Estado, na Rua Júlio May, 322, para atualizar seu cadastro. Além disso, quem receber remédios mas já tiver concluído o tratamento deve devolver o produto na Farmácia, além de assinar o pedido de bloqueio do medicamento.
VEJA AQUI CAPA E NOTÍCIA

Crédito da notícia: Juliana Bencke

Leia mais no O Informativo do Vale: http://informativo.com.br/site/noticia/visualizar/id/72222/?Parte-dos-medicamentos-em-falta-deve-chegar-semana-que-vem.html#ixzz3lLRtuS6g
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